Zelda: Ocarina of Time no Switch 2 é o jogo mais bem avaliado de 2026
Remake fiel, bonito e finalmente a 60 quadros por segundo. A crítica aplaude quase sem ressalvas; entre os jogadores, a festa é grande, mas os veteranos sentem falta do Master Quest.

Metacritic (média da crítica)
- Plataformas
- Nintendo Switch 2 (exclusivo)
- Lançamento
- 5 de novembro de 2026
- Desenvolvedora
- Nintendo
- Gênero
- Ação e aventura
Notas da crítica
- Metacritic96/100
- Famitsu37/40
- Vandal9,3/10
- GameSpot9/10
- TheGamer5/5
- DestructoidNota máxima
Sinopse
Em Hyrule, o garoto Link cresce entre os Kokiri, o povo da floresta, sem nunca ter recebido a fada que todos ali têm. Até o dia em que a Grande Árvore Deku o chama: o feiticeiro Ganondorf quer a Triforce, a relíquia sagrada que realiza o desejo de quem a toca.
Com a ajuda da princesa Zelda e da Ocarina do Tempo, Link parte para impedir o plano e acaba atravessando sete anos de uma só vez, alternando entre a infância e a vida adulta para salvar um reino que mudou enquanto ele dormia. É a mesma história de 1998, agora recontada com novas cenas.
O que há de novo
- Roda a 60 quadros por segundo estáveis na TV e no modo portátil (o original de Nintendo 64 rodava a 20).
- Visual totalmente refeito, com nova direção de arte e cenários mais detalhados.
- Movimentação e apresentação atualizadas, que deixam o ritmo da aventura mais ágil.
- Novas cenas que aprofundam o drama da infância roubada de Link.
- Dá para tocar a ocarina soprando no microfone do Switch 2.
O que a crítica elogia
- Fidelidade: masmorras, quebra-cabeças e combate continuam com o mesmo charme e desafio.
- Desempenho a 60 fps, uma diferença enorme para quem jogou no Nintendo 64.
- Missões secundárias, minigames e grutas escondidas que parecem ter propósito, não enchimento.
- As cenas novas reforçam o tom melancólico sobre crescer e o passar do tempo.
- Funciona tanto para quem nunca jogou quanto para veteranos.
Pontos de atenção
- Remake “seguro”: arrisca pouco em relação ao original.
- Visual inconsistente em alguns lugares; certas áreas perderam um pouco da identidade clássica.
- Sem o Master Quest, a versão mais difícil presente em relançamentos anteriores.
- Para parte da crítica japonesa (Famitsu), o jogo é simples para os padrões atuais.
O que o público está achando
O jogo saiu em 5 de novembro, então ainda não há uma nota consolidada dos jogadores. As primeiras reações acompanham o entusiasmo da crítica: muita gente destaca que o remake serve tanto para quem vai jogar pela primeira vez quanto para quem cresceu com o original.
O grande debate entre os veteranos é a ausência do Master Quest e de desafios extras. Uma parte dos fãs diz que sente falta; outra defende que uma recriação fiel do original já basta. Há quem torça para a Nintendo incluir o modo mais difícil numa atualização futura.

